Estréias de hoje nos cines de São Paulo
Por AriBL Sinopses Cinemark Duas estréias latinas para esta semana. ABRAÇOS PARTIDOS Com: Lluís Homar, Blanca Portillo, Penélope Cruz Direção: Pedro Almodóvar Drama - 128 minutos - 14 Anos
Sinopse: Após perder a visão e o amor de sua vida em um acidente de carro, homem se isola do mundo. Comentário AriBL: A quarta parceria de Almodovar com Penélope Cruz promete ser um noir megacarregado de melodrama, marca registrada das origens do espanhol. Pelo trailer se vende um história triste, mas parece explorar uma bela fotografia. Na história, diz-se que se trata do verdadeiro Almodovar. Além de parecer tratar do amor extremo e suas trágicas consequências. Parece uma boa pedida. É PROIBIDO FUMAR Com: Glória Pires, Paulo Miklos Direção: Anna Muylaert Drama - 84 minutos - 14 Anos
Sinopse: Baby é uma professora de violão, romântica e solitária, que deseja ardentemente viver uma grande paixão. Com a mudança de Max, um músico de bar recém-separado, para o apartamento vizinho ao seu, Baby tem a chance de realizar seu sonho. Mas, para conquistar o amor, ela terá que abrir mão de seu mais antigo e fiel companheiro, o cigarro. Comentário AriBL: Não me impressionou em nada o trailer. Fiquei com uma clara sensação de falta de qualidade de som e imagem. Na história, pareceu-me haver mais coisas do que a sinopse relata, então além do descrito acima, mostra-se que a protagonista, Baby, ainda terá que investigar uma suposta traição. Mas... Paulo Miklos pode surpreender e Pitty faz uma ponta. Sei lá, pode ser que haja aí uma boa sonorização oculta, um bom drama contra o cigarro, mas... humm, não sei não... Estou desconfiado.
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 10h29
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Se Beber, Não Case
Se Beber, Não Case (The Hangover)
Com: Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis, Heather Graham, Justin Bartha Direção: Todd Phillips - Comédia 100 minutos - 14 Anos
Sinopse: Três amigos vão para Las Vegas curtir uma festa de despedida de solteiro, e, em meio à bebedeira, acabam perdendo o noivo a apenas 40 horas do início da cerimônia. Todos estão de ressaca e ninguém se lembra o que aconteceu. Para encontrar o noivo desaparecido, os três amigos terão de refazer os passos da noite anterior e descobrir em que momento as coisas começaram a desandar. Por: AriBL Eu realmente pensei muito antes de escrever sobre esse filme. Motivo: Não queria escrever mal sobre este estilo. Mas, diabos, por que eu não queria escrever sobre este estilo? Sobre esse filme? Por um motivo muito simples: Desta vez, tão somente desta vez, não queria estar no contra. Não queria ser excluído da sociedade humana. Aliás, relembro-me que eu não queria sequer assistir esse filme. É vero! Tinha absoluta convicção de que teria urticárias no castigo de presenciar certas insanidades denominadas "piadas". Que ressaca! Tomei muito chá de boldo pra me recuperar desta! Infelizmente, esse é meu conceito da maioria dos filmes de humor dos últimos 10 anos. É sério (não deveria falar sério agora, este é um filme comédia). Mas ultimamente, comédia se tornou em um monte de insanidades denominadas piadas que não me fazem rir. Adivinha o que aconteceu quando vi Se Beber Não Case? Nada! Isso mesmo, nada! Nenhuma risadinha. Mas eu não sirvo como referência. Aliás, se você tem assistido e gostado das piadas, do humor e das comédias da última década, pode ver! Isto é sério mesmo, não é piada. Um sem-número de amigos meus tentaram me fazer entender que este filme diverte. Eu é que estou limitado a achar que comédia também deve ter coerência e inteligência, não apenas escatologias, palavrões e gritos. E olha que a idéia do filme até que é legal. A la Amnésia e Efeito Borboleta, nós seguimos o rumo dos protagonistas durante a projeção: Numa despedida de solteiro, nós os acompanhamos numa viagem a Las Vegas. Após os 4 amigos brindarem o início da noitada, somos transportados junto com 3 deles já para o dia seguinte, pela manhã, e nenhum deles se lembra do que aconteceu durante a noite. Aliás... Cadê o 4º amigo (que, diga-se de passagem, é o noivo!)? Começa-se uma busca pelo desaparecido e pelas descobertas (ditas inusitadas) sobre o que realmente aconteceu durante a noite. Outros personagens vão aparecendo. Uma streaper, Mike Tyson, um tigre e um "japinha" com trejeitos homossexuais forçados (para mim, sem graça) e, bom, mais coisas por aí... O desespero de um (o dominado pela mulher), a dúvida de outro (o melhor amigo do noivo) e o estilo "to nem aí" do "gordinho" (irmão da noiva, que muitos acharam engraçado, o melhor do filme etc etc) são as características que impregnam nos personagem e martelam nas piadas. Cansei. A última "grande" comédia que eu havia assistido e detestado apropriadamente havia sido As Branquelas... Parece que eu não aprendo a lição mesmo.
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 12h19
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Estréias de hoje nos cines de São Paulo
Por AriBL Sinopses Cinemark A TRILHA Com: Milla Jovovich, Steve Zahn, Timothy Olyphant, Kiele Sanchez, Marley Shelton Direção: David Twohy Suspense - 96 minutos - 16 Anos
Sinopse: Cydney e Cliff são um aventuroso casal que resolve comemorar a lua-de-mel fazendo trilhas pelas praias do Havaí. Entretanto, quando se deparam com um assustado grupo de turistas que informa sobre o assassinato de um casal em outra ilha eles passam a discutir um retorno para casa. Longe da civilização, todos aparentam ser uma ameaça. O paraíso se transforma em um verdadeiro inferno quando uma batalha pela sobrevivência tem início. Comentário AriBL: Vou ser breve: Não parece que já vimos esta história um milhão e meio de vezes? Um grupo perdido, lutando para sobreviver, mudando suas personalidades... Um filme de suspense lançado em poucas salas, tá me cheirando a fracasso. JULIE & JULIA Com: Amy Adams, Meryl Streep, Jane Lynch, Stanley Tucci, Mary Lynn Rajskub, Vanessa Ferlito Direção: Nora Ephron Drama - 123 minutos - 14 Anos
Sinopse: A história real de Julie Powell, novaiorquina que, ao perder o emprego no governo, decide cozinhar diariamente as receitas do livro "Mastering the Art of French Cooking", da renomada Julia Child, e narrar suas experiências em um blog Comentário AriBL: Não é o primeiro filme que trata de duas histórias distintas rodadas em paralelo. Muito menos o primeiro filme que fala de culinária. Mas essa mistura, combinada ainda com Meryl Streep e Amy Adams promete mexer com nossas emoções. Pelo trailer se vende a idéia de um filme delicioso, não apenas suas receitas. Espero que estas misturas possam nos trazer um bom prato! Acho que vou degustá-lo um pouco, com licença... PLANETA 51 Com vozes de: Dwayne Johnson, John Cleese, Gary Oldman, Jessica Biel, Seann William Scott Direção: Jorge Blanco e Marcos Martinez Infantil - 91 minutos - Livre
Sinopse: O astronauta Chuck, acredita ser o primeiro homem a descobrir o distante Planeta 51. Mas ao explorar o local ele descobre que o planeta já é habitado, e por pequenos seres verdes! Mal sabe Chuck que o maior medo desses seres é, justamente, ele - um ALIEN HUMANO! Agora Chuck conta apenas com a ajuda de seu robô Rover e o seu novo amigo Lem, para escapar do terrível destino de se tornar uma peça do Museu de Alienígenas Invasores do Planeta 51. Comentário AriBL: Que idéia! Imagine que você é o Alien! Eu gosto quando se tenta fazer inversão de valores para futuras discussões, isso em animação deve ter ficado interessante. Embora o trailer indique que esse filme foi feito para crianças, diferentemente da maioria dos filmes que tentam agradar a adultos também, parece-me ser uma boa pedida. Boas expectativas!
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 07h46
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Código de Conduta
Código de Conduta (Law Abiding Citizen) - 2009 Com: Gerard Butler, Jamie Foxx DIREÇÃO: F. Gary Gray - Ação 103 minutos - 16 Anos Por: AriBL 
Código de Conduta é um filme de ação, com uma mistura de suspense e um "téco" de drama, drama esse que é o estopim para a história toda: Um pai quer se vingar do sistema que, segundo a opinião dele não aplicou o julgamento que se devia contra os assassinos de sua família. Após esta parte dramática - bem curta - o filme cumpre o que promete nos trailers, ou seja, um filme em que o assassino (Gerard Butler) é muito inteligente e o promotor (Jammie Foxx) tem a obrigação de parar a matança que esse pai está disposto a continuar promovendo. Quando vi o trailer, comprei a idéia de que esse seria uma espécie de "Colecionador de Ossos" um degrau abaixo, com a diferença de que saberíamos o tempo todo quem era o assassino, só não sabíamos como ele conseguia cumprir o que prometia, já que nos trailers mostra que ele já estava preso. Para quem assiste bastantes filmes de ação, muitas jogadas do assassino são previsíveis. Mas tem um clima tenso até que razoável. Bom, se é isso o que você espera tão somente do filme, vá em frente e se divirta. Entretanto, para os que esperam um pouco mais, existem alguns pontos questionáveis. No roteiro, por exemplo, existem alguns exageros por parte das justificativas nas ações do nosso anti-herói. Pois é, Gerard faz um papel de anti-herói, já que ele não se conforma com a corrupção e os acordos que são feitos com os assassinos e, nesse ponto, até que nos simpatizamos com ele. Quando os exageros são cometidos, aí o negócio desanda, e você não sabe mais os porquês e nem o roteiro nos consegue explicar! Outra coisa é que a luta contra o sistema deixou um gostinho de que o filme tinha um baita potencial para se tornar acima da média. Colocar um questionamento contra o sistema penal elevaria o filme a um padrão mais crítico-social, mas na hora dos desfechos, mais uma vez, a fórmula desandou, ninguém criticou ninguém, nem deu para se revoltar, chorar, sorrir ou coisa que o valha. Se pensarmos exclusivamente neste aspecto, esse aspecto crítico mesmo, ao terminar tudo ficamos com aquela idéia do "tá, e aí?" entalada na cabeça. Mas essa parece ser uma característica do diretor Gary Gray. Ele dirigiu também O Outro Nome do Jogo (2005), O Vingador (2003), e Uma Saída de Mestre (2003). Esse último, aliás, é muito bom exatamente por ser um filme de pura ação, sem moralismo, divertido e muito despretensioso. Mas, quem sabe, esse não seja o degrau que Gary esteja querendo subir? Por isso, esse provavelmente ganha o título de o filme mais médio que eu vi esse ano até agora. Uma boa idéia desperdiçada, mas um filme que cumpre o que promete.
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 13h21
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Estréias de hoje nos cines de São Paulo
Por AriBL Sinopses Cinemark Com 2012 tomando várias salas e ainda prometendo muito fôlego nas bilheterias para as próximas semanas, é compreensível que hoje tenhamos poucas estréias. Mas as de hoje estão em muito no rol das mais aguardadas do ano... Isso se uma delas não for mesmo a mais aguardada! Lua Nova Com: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Dakota Fanning, Ashley Greene, Nikki Reed, Jackson Rathbone, Peter Facinelli Direção: Chris Weitz - 130 minutos, 12 Anos
Sinopse: Bella Swan (Kristen Stewart) está devastada com a partida repentina de seu amor, Edward Cullen (Robert Pattinson), mas seu espírito é reanimado pela crescente amizade com o irresistível Jacob Black (Taylor Lautner). De repente, ela se vê atraída pelo mundo dos lobisomens, inimigos ancestrais dos vampiros, e vê sua lealdade sendo testada. Comentário AriBL: Desconfio que esse filme seja o mais aguardado do ano. Campanha na Internet, nas TV's por assinatura, nos cinemas... Mas quem me conhece sabe o que eu acho destas historinhas. Um camarada resumiu bem: A saga Crepúsculo é como Malhação para vampiros. Como tem quem gosta... Atividade Paranormal Com: Katie Featherston, Micah Sloat Direção: Oren Peli - 100 minutos, 16 anos
Sinopse: Atividade Paranormal conta a história de Katie e Micah, um jovem casal que ao se mudar para uma nova casa, passam a ser perturbados por uma estranha presença. O 'visitante' pode ou não ser demoníaco, mas uma coisa é certa: está ali e é ativo especialmente durante a noite, enquanto eles dormem. Ou tentam... Comentário AriBL: Se Lua Nova é um dos "blocks" disparadamente dos mais aguardados do ano, Atividade Paranormal é, sem dúvida, um dos "cults" mais aguardados. E nem necessita de marketing para ver quão bem sucedido esse filme já é. Com um custo de apenas US$15 mil, o filme já tinha faturado até 15 de novembro mais de US$100 milhões! Preciso dizer mais alguma coisa?
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 08h11
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2012
2012 Com: John Cusack, Thandie Newton, Amanda Peet, Woody Harrelson, Morgan Lily, Danny Glover Direção: Roland Emmerich Duração: 158 min. Por: AriBL e amigos... 
Difícil falar de um dos maiores sucessos de bilheteria deste ano. Muitas opiniões podem divergir. Mas, para mim, 2012 é uma catástrofe atrás da outra... Assim, só podia esperar que esse filme fosse mesmo uma catástrofe! Mas amigos meus, cinéfilos, que eu muito considero até gostaram de assistir. Alex Melo, que chegou a fazer curso de datilografia, diz que em 2012 Emmerich entrega exatamente o que promete - o fim do mundo. Além disso, diz que ele não alivia - enquanto o herói prova o quão bom motorista é, as pessoas vão caindo de prédios, velhinhas vão sendo esmagadas e coisas assim, sem medo de mostrar o povo sofrendo. Mas diz que o filme é bem longo, os personagens são totalmente esquemáticos, com milhões de cliches, mas para o que se propõe é divertido. E aqui do Brasil, há uma narração hilária em portugues do nosso Cristo. Já Rubens Torres, internauta twitteiro e simpatia de pessoa, adorou 2012, se arrepiou com as cenas de efeitos especiais, principalmente a fuga de carro. E achou que a melhor qualidade é que os personagens tem carisma, a gente acaba torcendo por eles. Para terminar as boas referências, Cevallos, chamado por uma integrante do nosso grupo de cinéfilos como o "mais cavalheiro dos componentes do grupo", achou o filme muito bom! (Nota 4 de5). Disse que achou o roteiro razoável - com alguns furos, but, who cares? (Quem se importa?). Para ele, o importante é que Emmerich conseguiu fazer uma história plausível com um roteiro mirabolante, consegue um bom suspense em algumas cenas, arranca boas interpretações de todos os atores e coadjuvantes e, principalmente, nos brinda com as mais espetaculares cenas de destruição jamais vistas no cinema! Então, por que o filme para mim foi tão desastroso? Vamos aos contra argumentos: 1º Roteiro razoável? Eu me importo sim! Para que um roteiro seja razoável, ele precisa ser plausível. Precisa ter um mínimo de sequência e não dar a sensação de que o filme nunca termina. Não deu para se envolver com mais de dois personagem, pois o único personagem envolvível foi o do John Cusack, que tem uma historinha de drama igual a do Tom Cruise em Guerra dos Mundos, o pai divorciado que quer se redimir em cima da hora - e acho que já vi isso em outros filmes... Ou seja, nem original a parte dramática do roteiro foi. Aliás, os outros personagens - coadjuvantes - são pífios. Nenhuma história se sustenta. Por isso mesmo, sempre que se foca em um deles, rapidamente vem uma grande destruição a seguir, já que nenhuma dessas histórias é sustentável. Woody Harrelson e Danny Glover, definitivamente estão em final de carreira. E mesmo numa história fraca, os americanos, de novo!, são os que causam a destruição e salvação de tudo. E me disseram que esse diretor aí é alemão... 2º Bom suspense? I'm so sorry! Nunca antes na história desse cinéfilo aconteceu de eu dormir em filme de ação no cinema e adivinhem o que aconteceu? Enquanto o mundo caminhava para o seu fim, eu cochilei. Na cena do avião, em que mirabolantemente um piloto consegue com um mega jumbo fazer manobras como se estivesse em um caça, pela primeira vez na minha vida saí da sala para ir ao banheiro. E quando voltei gargalhei com uma cena de um carro sendo ligado com comando de voz! Suspense bom me deixa dúvidas, mas quem duvidaria que aquele moralismo todo aparecesse mais cedo ou mais tarde nunca viu um filme fraco de ação antes. 3º Carisma dos personagens? De quem estamos falando? Só se for do chiuaua (sei lá se é assim que se escreve ou se era essa a raça mesmo!). Que conversa eram aquelas por telefone, façam me rir. Como pode haver carisma quando o mundo está sendo destruido e um cara faz uma piada sobre ter tocado a torre Eiffel? Como pode haver carisma com um monte de gente morrendo e um monte de políticos escondendo do povo a realidade? Seria tanta inocência assim? Não dava para perceber o que realmente estava acontecendo? Em que mundo vivemos? Que carisma é esse? Carisma é sentir amor ou ódio de algum personagem, mas todos eles correm o tempo todo, sem tempo para envolvimento. É conseguir se colocar no lugar de algum deles, mas é isso o que sentimos? Não! O que sentimos no filme é como o roteiro é exagerado, absurdo e mentiroso. 4º Efeitos especiais? Sim, nisso eu concordo. São muitos. A grande maioria é muito bem feita - a exceção fica na cena em que Cusack dirigem uma vã, eu acho, e consegue desviar de uma rachadura, ficou muito parecido com Gran Turismo do Play2. Mas são cenas vazias, não me deram emoção nenhuma, sem uma trilha sonora bacana, ou alguma tomada de cena inovadora, já que são utilizados ângulos comuns. E cenas assim só me envolvem se forem originais ou se o roteiro for bom. Não é o caso. 5º A opinião da minha esposa! Concordo com a opinião dela de que esse filme parece uma mistura de de vários pedaços de outros filmes em um só. Tem de tudo: Armagedom, Titanic, Guerra dos Mundos, Independance Day, Inferno de Dante... Ou seja, nada nada original... Mesmo! Para mim, 2012 está fácil como o pior filme que vi esse ano, seja na TV ou no cinema ou no DVD. Como disse, uma catástrofe. E olha que nem deu para escrever tudo o que eu realmente achei péssimo nessa história! Mas, como quem vai ao cinema ver 2012 não exige muito, alguns podem até gostar do efeitos especiais. Não foi esse o motivo do filme ser feito?
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 09h36
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Estréias de sexta, 6/11/2009, nos cines de São Paulo
Por AriBL Sinopses Cinemark Jogos Mortais 6 Sinopse: A franquia de Jigsaw "se encerra" neste filme que irá desvendar as pontas soltas, criar suas últimas vítimas e desvendar o que havia na caixa deixada ao final do quinto filme. O agente especial Strahm está morto, e o detetive Hoffman é o único a conhecer o verdadeiro legado de Jigsaw. Entretanto, quando o FBI se aproxima de Hoffman, ele é forçado a colocar um jogo em ação, e então o grande plano de Jigsaw finalmente será compreendido. Terror - 90 min. - Classificação Indicativa 18 Anos
Comentário AriBL: Este é, provavelmente, o mais aguardado dos lançamentos desta semana. Mas, com certeza, é um dos que não verei, mesmo que me paguem o ingresso! Este estilo, que brinca com a violência gratuita e não respeita a vida definitivamente não me agrada. Os Fantasmas de Scrooge Sinopse: Na véspera de natal, três espíritos visitam um velho que não acredita no espírito natalino. Aventura - 96 min. - Classificação Indicativa 10 Anos
Comentário AriBL: Este é outro entre os mais aguardados. Mas, sei lá! Filmes natalinos não me empolgam, eu vi alguns e me decepcionei. Além de não gostar muito quando Carrey aparece em estilos como este (não que ele apareça, pois ele só dubla!). Mas tem Colin Firth dublando também... Humm, não sei não! Vou esperar os comentários.
Fama Sinopse: Os desafios que jovens dançarinos, cantores e artistas enfrentam para alcançar o sucesso, enquanto ainda são estudantes da tradicional escola New York City High School of Performing Arts. Refilmagem do longa dirigido por Alan Parker em 1980. Musical - 105 min. - Classificação Indicativa 12 Anos
Comentário AriBL: Refilmagem de tema musical, desafio de jovens, história que sabemos como vai acabar? Se não tiver alguém para me indicar com 5 estrelas, este é o tipo de filme que eu espero sair na sessão da tarde para ver! 500 Dias com Ela Sinopse: Quando Tom, azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado. Suas reflexões acabam levando-o a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida. Comédia Romântica - 97 min. - Classificação Indicativa 12 Anos
Comentário AriBL: Que bonitinho né? Fala sério! Este pipocão aí só vale a pena se você quiser conquistar (ou reconquistar, no meu caso), o grande amor! Se minha mulher quiser muito ver, mas muito mesmo, eu vou com ela pois a amo! Mas só para agrada-la! O Solista Sinopse: Músico esquizofrênico e sem teto alimenta o sonho de tocar no Walt Disney Music Hall. Baseado numa história real. Drama - 117 min. - Classificação Indicativa 12 Anos
Comentário AriBL: Adorei o trailer! Do mesmo diretor de Orgulho e Preconceito, com Robert Downer Jr. e Jammie Foxx, este trata de temas que me empolgam muito: Música e amizade. Além de ser uma história real! Este eu quero ver e já estou contando as moedinhas! Quem topa?
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 08h35
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This Is It!
This Is It! (2009, Kenny Ortega [realizador] ) Com: Michael Jackson (1958 – 2009). Por: J.T. Cevallos 
No dia 25 de junho de 2009, o mundo recebia incrédulo a notícia da morte de um dos mais fenomenais artistas que já existiu, Michael Jackson. Um gênio precoce (começou a cantar aos cinco anos de idade), Michael Jackson soube mais do que ninguém cativar os seus milhões de fãs ao redor do mundo: cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory (1995). “Thriller” ainda mantém o recorde do álbum mais vendido da história do disco. MJ foi o primeiro cantor afro-americano (leia-se, negro) a aparecer e receber exibição constante na MTV. Com duas entradas no Rock And Roll Hall of Fame, MJ acumulou ao longo de sua carreira 19 (dezenove) Grammys em carreira solo, 6 (seis) Grammys com os The Jacksons, 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo e já vendeu mais de 750 milhões de discos mundialmente, números que devem ter crescido assustadoramente após a sua trágica morte. "This Is It" é o documentário sobre a preparação para o show que MJ iria estrear no dia 13 de julho 2009, em Londres. Segundo suas próprias declarações, este seria o espetáculo definitivo, com o qual ele esperava encerrar a sua carreira. Eram palavras proféticas. Quis o destino que “This Is It” encerrasse a sua carreira, não como espetáculo, mas como filme. O sucesso já estava garantido por antecipação. Todos os ingressos previstos para as 20 apresentações já tinham sido vendidos antecipadamente. "This Is It" concentra-se no futuro show e não na sua carreira. Ficar no show, sem nenhum acréscimo póstumo final, foi uma grande escolha. Propositalmente ou não, "This Is It" não cai na mesmice do que seria um documentário biográfico, coisa que já estamos cansados de saber devido à superexposição da mídia e que qualquer fã de MJ já sabe de cor. O que talvez os fãs ainda não fizessem idéia, e é o grande mérito de "This Is It", é como MJ era um grande e perfeccionista artista. O documentário mostra um show man modesto, que irradia empatia e exige de si e dos outros a perfeição, para entregar para os seus fãs um espetáculo que "pareça que nem os discos", mas criativo ao mesmo tempo. "This Is It" é um filme só para os fãs de MJ. Não existem muitos diálogos, não há a preocupação em explicar muito do que está acontecendo. É um grandioso "Making Of" do espetáculo que MJ faria a seguir, se não tivesse falecido tragicamente. Em "This is It", MJ desfila (não na íntegra) os seus grandes sucessos, pouca coisa da época do Jackson Five, algo dos primórdios da carreira solo (I'll Be There) e, principalmente, as músicas que coroaram a sua fantástica carreira adulta e lhe garantiram o título de “Rei do Pop” no mundo contemporâneo (Beat It, Billie Jean, Black Or White, Heal The World, Smooth Criminal, Thriller, para ficar só em alguns). MJ veste alguns de seus sucessos com novas coreografias (é o caso de “Thriller”), mas não precisava, pois quem foi ao cinema queria ver o bom e velho Michael! O espetáculo de ver e ouvir MJ cantando os seus sucessos na tela grande e em som DTS envolvente, já seria suficiente. No entanto, "This Is It" vai um pouco além, preenchendo uma lacuna importante na biografia do Rei do Pop, ao revelar para seus fãs como era o artista nos bastidores. No documentário, sobressai o domínio que ele tinha sobre a sua obra. O quanto ele conhecia a música, os compassos, as notas. Seja dando as dicas, discutindo e ensaiando os arranjos até ficarem na medida que ele considerava certa, seja dançando e coreografando seus números, "This Is It" revela a genialidade escondida atrás do título "Rei do Pop" e da face desfigurada que se tornou MJ nos últimos tempos. É isto aí, Michael! Descanse em Paz. Nota 4,5 de 5
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 15h22
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Distrito 9
Em Distrito 9, Comprei Um Filme e Assisti a Outro! Por: AriBL 
Já não é tão novidade assim o sucesso de Distrito 9, filme patrocinado pelo famoso Peter Jackson, cabeça da trilogia de sucesso O Senhor dos Anéis. Bom esclarecer que Peter sempre gostou de produções independentes, pois com a explosão de Senhor dos Anéis, e a reprodução de King Kong, pode ser que alguém desavisadamente pense que ele só goste de superproduções, o que não é o caso. Seu primeiro filme, totalmente trash, chamado no Brasil Trash - Náusea Total (original Bad Taste) foi amplamente aclamado pela crítica. Mas foi com Senhor dos Anéis que veio o estrelato. Assim, não me assustei em nada quando ele "paitrocinou" esta distribuição, produção, seja lá qual foi seu papel. E foi um grande negócio! O filme teve um custo "baixo" e estourou no mundo todo. Além disso, tem o clima "independente" necessário para se diferenciar no mercado, pois foi rodado em Johanesburgo, tem atores desconhecidos e, o mais importante, uma proposta diferente em alguns aspectos quanto ao assunto "invasão alienígena". Nos trailers e nas propagandas, a proposta é mostrar que os Aliens chegaram à Terra não porque eles queriam dominar nosso mundo, mas porque não tinham opção, estavam doentes e precisavam de nós. Daí vem mais propostas interessantes: As analogias são todas muito bem inseridas. Não acho que tenham sido "originais" - uma injustiça falar disso, pois como ser original depois de tantos filmes sobre esses assuntos? Por exemplo, o filme trata sobre segregação racial, e me lembrei de um filme antigo O Poder de um Jovem, eu acho. Outro exemplo: a pobreza a qual os Aliens foram severamente submetidos e a dominação das gangues, lembrando o recente Diamante de Sangue. Outro ainda: As técnicas de filmagens e as táticas de invasão, que me lembraram muito Cidade de Deus (tem até cena com galinhas!), e Tropa de Elite (a tradução BOPE para a equipe de controle especial da MNU foi uma grande brincadeira, não?). Mas essas comparações, entendam, não tiram seus méritos não, pelo contrário. Até aqui estava indo tudo muito bem, até me envolvendo emocionalmente com tudo aquilo. Entretanto, o que me decepcionou é que o filme fugiu destas propostas logo após apresenta-las. Fiquei com um sentimento de que havia sido enganado. Eu posso até ter cometido um equívoco, pensei. Mas reli as sinopses, revi a propaganda na TV, e eu realmente comprei a ideia de que o filme teria fortes argumentos contra o que ocorreu (e ocorre) na África, como se os injustiçados de lá fossem mesmo comparados aos Aliens, como foram, só que adentrando a fundo nas questões, tal qual fez Meirelles com seu Jardineiro Fiel. O problema começou quando, logo após o filme entrar nestas questões, guinar para uma história de pura guerra e matança. Para os fãs do estilo trash, é um prato cheio: Corpos explodem como se estivéssemos assistindo (ou jogando?) Resident Evil, com mortes e mais mortes que passaram a ser desnecessárias pela proposta vendida. Tudo que quero dizer é: Se estas cenas de guerra e violência explícita são necessárias, que sejam vendidas. Muitos não suportam estas coisas, acham que podem retratar violência de maneira mais "poética", e evitam filmes com cenas muito "Jogos Mortais", se é que me entendem. Gosto de franqueza, como acontece, por exemplo, com Tarantino, que nunca nega que vai ter sangue em todo lugar... Tem até o termo "Tarantinesco" para descrever suas peculiaridades. Ou seja, comprei ingresso para ver um estilo de filme e vi outro! Não, eu não acho que toda cena de violência seja desnecessária. O problema é o exagero frente a proposta, e é exatamente esse o demérito do filme - para mim, pois para muitos pode ser exatamente a "grata surpresa"! Ou seja, é como se, por falta de querer enfrentar o problema, ele quisesse apenas mostra-lo e, depois disso, cansasse do tema, mudando de ideia e querendo também agradar aqueles que vão ao cine simplesmente para se entreter com os efeitos. Nada contra, mas como disse, comprei uma ideia e quero recebe-la. Assim, esse é um caso clássico de que se seu "clima" está ok para este tipo de estilo, então você irá gostar. Como não era meu caso, achei que foi uma proposta apenas interessante, mas mal aproveitada. Mas não se engane: Você pode, sim!, gostar do filme. É diferente do que você já viu sobre alienígenas, tem boas interpretações, tem um clima documentário, mais uma vez lembrando um outro filme, Cloverfield - Monstro e ótimos efeitos especiais. Mas saiba bem o que está comprando para não ficar que nem eu!
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 15h48
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Bastardos Inglórios
Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009, Quentin Tarantino) Com: August Diehl (Major Dieter Hellstrom/King Kong), Brad Pitt (Lt. Aldo Raine), Christoph Waltz (Col. Hans "The Jew Hunter" Landa), Daniel Brühl (Frederic Zoller), Diane Kruger (Bridget Von Hammersmark) , Eli Roth (Sgt. Donnie Donowitz), Jacky Ido (Marcel), Julie Dreyfus (Francesca Mondino, a amante de Goebbels), Martin Wuttke (Hitler), Melanie Laurent (Shosanna Dreyfus), Michael Fassbender (Lt. Archie Hicox), Rod Taylor (Winston Churchill), Sylvester Groth (Joseph Goebbels), Til Schweiger (Sgt. Hugo Stiglitz). Por: J.T. Cevallos 
"Bastardos Inglórios" é um filme típico de Tarantino: uma história singular, diálogos geniais e cenas fantásticas. Desta vez, a história trata das aventuras de um bando de soldados judeu-americanos (os "bastardos" do título) que se infiltram na França ocupada pela Alemanha, com o objetivo de matar a maior quantidade de soldados nazistas e com a maior crueldade possível. Apoiado na interpretação magistral de Christoph Waltz (Coronel Hans Landa), que rouba a cena quando aparece, Tarantino nos brinda com o que tem de melhor. Cenas que iniciam tranqüilas, com diálogos excepcionais onde a tensão é um constante crescendo e antecedem uma explosão de violência que nos deixa atônitos e liberam o nosso fôlego, preso até agora. Brad Pitt (Tenente Aldo Raine), líder do grupo, está bem no filme, mas é reduzido a um coadjuvante de luxo quando aparece a figura do Cel. Landa, o Caçador de Nazistas, com sua inteligência aguçada, poliglota e cruel como só os nazistas dos filmes de guerra podem ser. São dele as melhores falas e sem sombra de dúvida, o filme cresce quando ele aparece em cena. Uma constelação de atores desconhecidos, mas de excelente nível, dão credibilidade aos diversos personagens que passam por nossos olhos. Curioso notar que embora o título do filme nos leve a crer que vamos assistir às aventuras incríveis e cruéis do bando, não é neles que se concentra o foco da história. Eu diria até que faltou tempo para desenvolver mais cada um dos integrantes dos "Bastardos" pois, para isso, Tarantino teria que fazer dois filmes, como fez com Kill Bill. Entretanto, somos mais do que recompensados com as aparições do Cel. Landa (Christoph Waltz), o assédio do jovem herói alemão Frederik Zoller (interpretado por Daniel Brühl), um nazista cinéfilo (!), tentando conquistar o coração da jovem Shosanna Dreyfus (interpretada por Melanie Laurent) e a diva e agente duplo Bridget von Hammersmark (interpretada por Diane Krueger). Como sempre, além dos diálogos excepcionais, temos também uma amostra da marca registrada de Tarantino, na sua fixação por pés (no caso, a diva von Hammersmark, conduzida ao papel de Cinderela) . Diretor com altos e baixos, Tarantino parece deixar um recado para o mainstream, quando Shosanna afirma que na França "... todos os Diretores são respeitados, até os alemães.". Com "Bastardos Inglórios", com seus diálogos, grandes interpretações, cenas fortes e violentas, Tarantino recupera o status de grande cineasta que havia perdido com o relativo fracasso comercial de "Grind House". "Inglourious Basterds" (“bastards” grafado errado propositalmente ), está longe de ser a sua auto propagada obra-prima, mas é deveras gratificante ter de volta o velho Tarantino de "Cães de Aluguel" (Reservoir Dogs, 1992), este sim, a sua obra-prima e pela qual será relembrado no hall da fama de Hollywood e pelos seus incontáveis fãs. Nota 4 de 5.
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 15h09
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9 - A Salvação
O que não funcionou em 9 – A Salvação? Por: AriBL 
Tim Burton, o produtor, reconhecidamente gosta do experimental. Sempre se divertiu produzindo ou dirigindo filmes de terror com comédia, sempre foi fã de filmes trash. Vide os Fantasmas de Divertem, Marte Ataca!, Noiva Cadáver ou mesmo A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça. Mas ele fez coisas grandiosas também: Vide Peixe Grande e Edward Mãos de Tesoura. Shane Acker, o diretor, tinha feito um curta, 9, sobre o mesmo assunto, e chegou a ser indicado ao Oscar por este trabalho. Pelo histórico e pelo marketing, dá para ter uma idéia que realmente é o nome do filme? Acho que muitos, eu incluso, não saberíamos nem dizer quem era o diretor... E eu não duvido em nada o volume de pitacos do Tim que Shane teve que aceitar, afinal, Tim é o cara da grana. Então, por menos lógico que isto soe, Tim Burton passa agora a ser o grande responsável pela versão final de 9 – A Salvação, ok? Muito bem, com essa premissa em mente, pergunto de novo: O que não funcionou em 9 – A Salvação? Não é que o filme seja ruim. Em termos de ação é até divertido. O clima tenso, tenebroso, as fugas dos 9 bonecos e seus conflitos diante do fim da humanidade gera questões interessantíssimas, mesmo sendo pouco aproveitadas, e algumas mal respondidas. Parece que em 9, Tim Burton usa fórmulas que soam repetidas. Não sei dizer se esta era uma oportunidade para quebrar um pouco o ritmo místico / espiritual que ele gosta de permear em suas produções, mas em minha opinião, não fazer isso "matou" uma grande oportunidade, fazendo como que o filme terminasse de maneira padrão. Em termos gerais, para aqueles que não viram o filme e querem apenas opinião, ler até aqui está de bom tamanho. Mas não dá para falar mais do filme sem citar partes importantes do roteiro. Então, se não quer estragar a surpresa, pare por aqui... Algumas coisas ficaram em aberto no filme: Por que "A Máquina" tinha aquela obsessão pelos bonecos? O que fez com que "A Máquina" estivesse adormecida? Por que ela precisava do amuleto? É interessante notar que o filme começa bem com a linha Homem versus Tecnologia, mas quando entrou no campo místico, o negócio desandou. Era quase que uma solução maia para um problema pós moderno. Por que aquele final, com as alminhas dos bonequinhos mortos? Lars Von Tryer ou Quentin Tarantino não teriam perdoado: Morreu? Então acabou. Não quero ceninhas bonitinhas, libertando os pobres que se sacrificaram por uma causa maior. Mas tinha que ter aquele vôo de almas? Fala sério... Também quiseram fazer simbologias no filme. Cada um dos 9 bonecos carregam em si uma das principais características do cientista. Pode ver: Tinha medo, coragem, obsessão, curiosidade, liderança, inteligência, memória, criatividade e brutalidade. Em partes, isto é até interessante, mas fica meio que jogado em apenas 1 hora e 20 minutos de filme. Mesmo por que era necessário explicar melhor donde surgiu a "personalidade" d"A Máquina". Aquele papo do cientista ter sido traído pelo sistema não convence. Acho que eu estou criticando muito. Afinal, o filme tem seus méritos. Mas é muito mais um filme entretenimento do que uma crítica, uma lição, um aviso ou coisa que o valha. É que por se tratar de Burton, com seu histórico, sempre se espera mais. Ou talvez, minha premissa acima esteja errada, ele deixou mesmo a direção na mão do Acker, e eu supervalorizei este lançamento...
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 14h34
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Salão das Duas Rodas
Fotos do evento, por Sandro Silva Harley: 



Kawasaki 

Suzuki 
Honda 
Ducati 
Polaris 
Buell 
Até espaço para personalizadas! 
O evento ocorre até o dia 12 de Outubro no Anhembi... E lá tem muito mais! Visite: www.salaodasduasrodas.com.br
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 16h39
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Uma Prova de Amor (2009) - My Sister`s Keeper
Direção e Roteiro: Nick Cassavetes Elenco: Thomas Dekker, Sofia Vassilieva, Joan Cusack, Alec Baldwin, Abigail Breslin, Cameron Diaz, Brennan Bailey (Jesse Fitzgerald), Jason Patric, Elizabeth Daily (Enfermeira Susan), Emily Deschanel (Dra. Farquad) Por: AriBL 
A sinopse deste filme levanta indagações interessantes. Uma garota de 13 anos começa a se questionar sobre o motivo de sua existência, já que ela foi gerada para ser a doadora compatível de sua irmã, que tem leucemia. Depois de várias cirurgias e de entrar na difícil fase da adolescência ela se questiona se quer continuar assim, negando-se a doar seu rim para sua irmã, já numa fase muito debilitante da doença. É de se esperar que a primeira reação do espectador seja de condenar a garota, afinal sua irmã está morrendo! Mas o filme conta muito mais do que apenas a questão se ela deve ou não continuar "sustentando" a vida da própria irmã (daí o Sister's Keeper do título original, muito mais descritivo do que Uma Prova de Amor, "tradução" que eu não gostei). Nick Cassavetes, pelo que vi, dirigiu também Alpha Dog, de 2006, Diário de uma Paixão de 2004, Um Ato de Coragem de 2002, Loucos de Amor de 1997 e De Bem com a Vida de 1996. Destes, só vi Alpha Dog, com Justin Timberlake e Um Ato de Coragem, com Denzel Washington. Alpha Dog trata de um grupo de adolescentes rebeldes que seqüestram um garoto, mas deixam rastros (testemunhas). É um filme mediano, com um ponto a favor: A montagem. Enquanto a história vai sendo contada, sempre que os jovens dão uma brecha e aparece uma testemunha, ele congela a imagem e mostra a testemunha. É interessante por que o cerco se fecha bem. Mas as atuações não são lá estas coisas. Já um Ato de Coragem, que conta a história de um pai que faz de tudo para que seu filho receba um transplante de coração, é muito mais um filme de ação do que um drama, embora eu o tenha achado muito bom à epoca. Cito isso por que My Sister's Keeper (vou chamar assim por que prefiro o nome original), não tem quase nada a ver com Alpha Dog – exceto pela excelente montagem. Não é a mesma montagem, mas é bem a lá Amnésia. Não, não é de trás para frente, são muitos flashbacks, muitos deles aparecem assim, sem nenhum aviso, o que causa, às vezes, certo sentimento de "onde eu estou?", mas que rapidamente nos ressintoniza no contexto geral. Para aqueles que gostam de montagens não óbvias, como eu, é um prato cheio! E pouco a ver também com Um Ato de Coragem, exceto por que o assunto aqui é saúde, e até onde você iria por um filho... Mas aviso logo que My Sister's Keeper é um drama beeeeeem drama, feito com um objetivo sublime de nos fazer chorar, e muitas vezes! Os atores adolescentes são espetaculares, Cameron Diaz está sublime, Joan Cusack e Alec Baldwin são coadjuvantes de primeira, e isto eleva bastante a avaliação deste diretor até então pouco desconhecido. A única coisa que estava me incomodando no filme, mas que deixou de me incomodar antes mesmo do filme acabar, é que por muitas vezes, o filme meio que pára no tempo / espaço, utilizando-se então tomadas com música, cenário ou mesmo olhares entre atores bem demorados. No começo pensei: "Por que não encurtar esta cena?" Mas a resposta veio à minha mente: As questões retratadas são sérias demais para não termos tempo de digeri-las. Precisamos meditar no que aconteceu, e este recurso funciona, para aqueles que mergulham de cabeça nas questões levantadas. Descubra então, você também estas questões e reflita. O que seríamos também capazes de fazer por amor? Será que não iríamos longe demais?
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 16h08
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Universal Channel Apresenta: A Casa Monstro
A Casa Monstro até que me surpreendeu! Por: AriBL 
Está "em cartaz" no Universal Channel a animação juvenil de terror A Casa Monstro, com as vozes originais (sim, o desenho está legendado). Primeiro, preciso explicar que não sou muito adepto a filmes de terror. Verdade, não gosto muito deste estilo. Vou tentar explicar isto, mas já aviso que isto é tão inexplicável quanto os próprios filmes de terror em si. Para mim, é necessário que o roteiro tenha alguma lógica, ou pelo menos se justifique para quando algo "extraordinário" venha a acontecer. Deu nó, né?... Humm, vou citar um exemplo: Em Carros, na última corrida, um pneu do McQueen estoura a poucas voltas do final. O Safety Car entra na pista, e a troca de pneus deve ser rápida! E o único a poder fazer isto é o Guido (o guincho da loja de pneus do Luigi). E o Guido troca os 4 pneus do McQueen mais rápido do que uma inteira equipe de profissionais! Não soou meio ilógica esta cena? Mas um olhar mais atento ao filme nos dá uma resposta! Alguns capítulos antes, depois do Relâmpago ter terminado de pavimentar a rodovia, tem uma cena em que Guido, "brincando" de Pit Stop com o próprio Relâmpago McQueen, coloca os pneus de faixa branca! Embora a cena final tenha sido surreal, ela foi explicada no meio do enredo. Voltando aos filmes de terror, este tipo de explicação não acontece muito não... Não tenho uma memória tão fotográfica assim, mas perdi a conta dos sem números de filmes de terror que assisti (a long time ago...) em que o "vilão" da história fica pregando sustos, fazendo perseguições, e no final, mata um monte de gente, ou faz coisas que poderia ter feito no começo e resolvido o problema. Aí eu ficava me perguntando: Se era só fazer isso, por que fez logo?? Por que demorou tanto? Ah! Deve ser por que o ideal é nos prender as 2 horas, e quem vai assistir filmes de terror quer levar sustos, confere? Não comigo! Parei de ver... Até ontem! Sou fã de animações (este sim, estilo que sou muito adepto), mas quando vi o começo de A Casa Monstro fiquei curioso. É que na tal casa, há um velhinho muito assustador... Sem brincadeira, o cara era a cara do Gollum, de Senhor dos Anéis, só que um pouco mais velho. Por que ele tratava as crianças daquele jeito? E essa pergunta me perseguiu até o final. Tá certo que, como em todo filme de terror, tem coisas que não se explicam. Por exemplo, o objetivo da casa era engolir pessoas e coisas que a incomodavam. E de repente você vê objetos sumirem através da grama... Pergunto: Por que a casa não usava a mesma ferramenta para sumir com as crianças através da grama? Enfim... O gráfico do filme não é lá essas coisas. Um dos garotos (esqueci o nome dele, mas é o melhor amigo do personagem principal, o DJ), parece aquele bebê dançarino daquele antigo descanso de tela, lembram? E o filme é um tanto quanto escuro, mas isto pode ser explicado pelo fato de ser um filme de terror... Fora isso, até que o filme diverte. Tem cenas de ação interessantes, não é de ficar dando sustinhos, e no final tem uma explicação plausível. Então, para quem não esperava nada, até que fiquei surpreso. Não, não é uma obra prima. O filme, como já disse, é juvenil, projetado para jovens de 10 a 16 anos. Mas é um pipocão para as horas vagas... Pra quem gosta dos estilos!
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 09h24
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Lars Von Trier - Anticristo
Título original: Antichrist - Diretor: Lars Von Trier Elenco: Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg Classificação: Não recomendado para menores de 18 anos Por: Mari 
Acho que, primeiro, é bom eu dizer que o Lars Von Trier me assusta. Eu quase não sobrevivi "Dançando no escuro". Os fans que me perdoem,mas que filmezinho sofrível, eu queria é que a Bjork morresse e parasse de cantar. Eu nunca mais consegui ouvir ela. Pior é que eu fiz minha mãe assistir comigo. Ela me pediu pra trocar de filme umas 15 vezes, tadinha. E a idéia de 2h com a Nicole Kidman e fita crepe (nada contra a fita crepe em si, não se faz nada no cinema sem crepe, mas só com ela?)* é tão terrível pra mim que Dogville tá na minha lista de filmes para assistir há mais de 3 anos e eu ainda não cheguei nem perto. Dito isso vocês devem estar se perguntando o que me levou a assistir "Anticristo", no cinema ainda por cima. Eu não sei bem, provavelmente a soma do nome com o Dafoe. Eu sei que passei a semana tentando desligar o Lars Von Trier do filme na minha cabeça e hoje, finalmente, fui assistir. Sofri bastante no início. Me parecia que a primeira parte do filme não ia acabar nunca e os meus preconceitos atrapalharam bastante também (vamos combinar, cameraman com Parkinson acaba com qualquer um), mas, depois de um tempo, eu me entreguei a experiência como só a sala escura (e mágica) do cinema nos permite e... bem, foi nojento. Assustador. Terrível. Eu quis morrer várias vezes, sair do cinema ainda mais e quase vomitei meu cérebro, mas digo isso da melhor forma possível. Foi brilhante. Mais do que um filme, foi uma experiência. O filme era para ser nojento e assustador e Lars Von Trier conseguiu isso, conseguiu a reação que ele queria. Mesmo para quem entende aonde ele quer chegar muito antes do final, o filme é surpreendente. Then again, talvez eu tenha achado isso porque não conheço o trabalho dele, mas o que importa é que o filme me conquistou. Eu sai do cinema com o estômago embargado, o almoço entalado na garganta e com um pouquinho (mais) de medo da humanidade, achando que por mais mágica (ou terrível) que tivesse sido a experiência eu não conseguiria rever o filme. 20 minutos de caminhada, meio litro de coca-cola e alguns cigarros depois eu tava louca para correr de volta para o cinema e revê-lo. Agora sem os preconceitos que me fizeram "perder" a primeira parte do filme, porque, depois que meu almoço voltou ao lugar certo, eu percebi que até mesmo o Parkinson-man fazia sentido, completava o filme da sua maneira bizonha. Não se enganem, no entanto, Lars Von Trier ainda me assusta. Eu confesso que tenho os meus daddy-issues, mas eles nem se comparam à complexidade dos problemas do diretor com as mulheres. A mãe dele devia dar marteladas na cabeça dele quando ele era pequeno. Ame ou odeie; divirta-se ou sofra com as loucuras de Vonvon, mas assista o filme, é uma experiência rara no cinema. * Dizem as más línguas que não é crepe que faz as demarcações de espaço em Dogville, mas giz. Eu não saberia dizer - sempre supus que fosse crepe porque, como disse, não se faz cinema sem ela -, mas em reconhecimento à importância da crepe nas nossas vidas, resolvi deixá-la no texto.
Escrito por Humm... Não Sei Não... às 08h11
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